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O óbvio ainda existe no futebol, infelizmente! – Flamengo 2×0 Grêmio (Copa do Brasil – Quartas de Final)

Quando saiu o sorteio desta fase da Copa do Brasil, ja imaginávamos o destino do Grêmio. De lá pra cá, só foi ficando mais óbvio ainda, o que seria o confronto. E olha que o futebol é o lugar menos óbvio. Acontece cada surpresa…

Mas têm situações que não dá para surpreender. O Flamengo não precisou se dedicar 100% pra enfiar 6 a 0 no agregado. Na ida, jogou 45 minutos, e na volta com time quase todo reserva e sem muita dedicação. Escrevi desse modo trágico, para resumir o que é nossa situação no Brasileiro.

Vencemos cinco partidas, quatro contra times da “rabeira” ou fracos, e um contra os reservas do Flu. Esse é o nível do time atual do Grêmio. Fazer três pontos contra os “podres” e nenhum ou um contra quem tem qualidade. E para sair do Z-4 precisa ganhar alguns jogos improváveis. Não adianta enfrentar times melhores só marcando muito, se dedicando, é bonito pro VT pós-jogo, torcida e técnico vão elogiar a dedicação, mas se não oferece perigo ao adversário não adianta.

Estatística não ganha jogo.

Imagens: Grêmio FBPA, divulgação

Felipão melhorou demais a parte emocional e a garra, está tentando fechar mais a casinha, mas tem que evoluir do meio para frente.

Borja foi um baita achado; Ferreira parece que aos poucos volta a forma. O resto precisa achar ainda. Campáz é jogador de lado de campo, mas foi escalado no meio e depois ficou no banco dois jogos. Jhonata Robert jogou, Everton foi tirado das profundezas do inferno e está jogando. Alisson joga na ponta, virou meia…e por aí vai.

Está uma salada do meio para frente.

Tem que evoluir para sair da zona da degola, para ganhar alguns jogos de times do meio da tabela e algum do G-6. Senão vai ser isso até o final. Ganha daquela meia dúzia de fracos lá de baixo e dos outros 14 ou 15 times vai levar chumbo.

Não se sai do Z-4 ganhando só de time da parte de baixo. Tem que sair do óbvio!

COMO JOGARAM:

Brenno – Fez o que pôde, temos dois ótimos goleiros – 6,0

Rafinha – Guerreiro, não foge da luta – 6,0

Paulo Miranda – Limitado demais, dá muita rosca na bola – 4,0

Kannemann – Voltando aos poucos a forma. Fazia falta – 6,0

Diogo Barbosa – Tem mais iniciativa ofensiva, mas limitado também – 5,0

Fernando Henrique – Guri de futuro – 5,0

Sarará – Guri bom. Marca forte e sai jogando – 6,0

Villasanti – Volante mais técnico, mas no espírito do Kannemann. Serve! – 6,0

Jhonata Robert – Esforçado, e só! – 5,0

Léo Pereira – Um horror – 4,0

Borja – O único perigo para a zaga, titular sempre – 6,0

Everton – O novo bruxo do técnico. Um leão nos treinos… – 3,0

Diego Souza – Se a bola não chega não faz nada, sem culpa – 5,0

Rodrigues – O novo Paulão, coitado – 4,0

Lucas Silva – Pesado demais para marcar meio-campo rápido e ágil – 4,0

Felipão – Insiste com Everton, e Paulo Miranda e o ataque é sem efetividade – 5,0

RODRIGO DI LEONE

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