Policial

Acusado de envenenar mulher e bebê em Santa Catarina deve ir a Júri popular

Segundo o Portal ND+, um homem acusado de envenenar a mulher e o bebê dela, de apenas três meses, deve ir a Júri popular. Ele deve responder pelo homicídio das duas vítimas, além dos crimes de ocultação de cadáver e fraude processual.

A decisão foi emitida na última sexta-feira (23). A Justiça determinou, ainda, que ele permaneça preso, tendo em vista a “periculosidade evidenciada pela forma como foi praticado o crime”.

A informação foi repassada pela advogada de acusação, Andressa Valle Medeiros. Segundo ela, a decisão ainda cabe recurso.

Após o prazo para recurso da defesa do acusado, a Justiça deve definir a data e horário do Júri popular.

Relembre o caso

Josiéli Lopes, de 36 anos, e o bebê dela, de apenas três meses, foram encontrados mortos em Rio dos Cedros, depois de terem sido envenenados com um pedaço de carne, em Itapema. O caso aconteceu em setembro de 2020.

O acusado era companheiro de Josiéli. Segundo o delegado Diogo Medeiros, que conduziu as investigações na época, o crime foi premeditado.

O homem preparou uma refeição, colocou veneno em um pedaço de carne, e serviu para Josiéli. Ela comeu, e após isso, amamentou o filho.

Logo em seguida, ambos começaram a passar mal e morreram. O acusado confessou o crime, mas disse que não queria matar o bebê. Os corpos foram colocados por ele no carro da família e levados até a cidade de Rio do Cedros.

Os corpos foram enterrados em uma mata, na zona rural de Rio dos Cedros, local de difícil acesso.

Segundo as investigações, o homem matou a vítima após descobrir que ela estava em um novo relacionamento.

A família de Josiéli informou que o casal já estava separado, mas ainda moravam juntos. O dia do homicídio era a data limite dada por ela para que o ex-companheiro saísse de casa.

Para despistar a família de Josiéli, o homem passou a enviar mensagens suspeitas aos parentes que moram em Palhoça e no estado do Paraná. Depois, ele bloqueou os números dos familiares da vítima.

Foi o filho de 17 anos da vítima, de um outro relacionamento, que suspeitou que as mensagens não teriam sido enviadas pela mãe. Ele e o pai, ex-companheiro de Josiéli, registraram o desaparecimento dela.

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