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Do amor pelos livros até a profissão: conheça a história da bibliotecária que atua há 34 anos em Veranópolis

Sandra Benedetti baseou sua trajetória profissional no amor pela leitura e com seu trabalho auxiliou a consolidar a biblioteca pública da cidade

A leitura é um processo complexo, que envolve muitos elementos e é usada para muitos fins. Alguns leem por diversão, outros para estudo e diversos para ter uma companhia. Independente do fim, é importante destacar o papel de um dos mediadores entre o mundo dos livros e o leitor o bibliotecário. Profissional responsável pela organização dos livros, busca levar, de forma ímpar, as pessoas por uma viagem pelo conhecimento.

Em Veranópolis, uma profissional se destaca na área: Sandra Benedetti. Atuante há 34 anos na Biblioteca Pública Mansueto Bernardi, estruturou as formas que os veranenses se relacionam com a leitura. Por meio de projetos, organização, atenção e adaptação às novas tecnologias, ela e sua equipe, buscam auxiliar e incentivar a população no processo de ler.

Sobre Sandra

Sandra formou-se em biblioteconomia, na Universidade Federal do Rio Grande (FURG), em 1987. Posteriormente, mudou-se para Veranópolis, e logo começou a trabalhar na biblioteca pública. Com um acervo reduzido e uma catalogação basicamente inexistente, começou do zero a construir o caminho que levou as estruturas chegarem no patamar avançado atual. Sua paixão pelos livros é enorme. Particularmente, gosta de vê-los circulando, chegando às pessoas e encara isso como um propósito de vida.

Bibliotecária a serviço do leitor

Em seu trabalho, Sandra prioriza o contato com o leitor, trabalhar tendo como objetivo incentivá-lo, atraí-lo e auxiliá-lo no processo da leitura. Segundo ela, é importante ouvir o que reivindica a comunidade, seus gostos, estilos de livros, formatos que preferem ler (on-line ou físico), buscando fazer com que a biblioteca exerça sua função social: ser a casa da comunidade, um refúgio, um local de conhecimento e de diversão.

Ela, em seu serviço, observa que possui um papel fundamental. Por meio da leitura, principalmente desde a infância, as pessoas se tornam melhores cidadãos, pensantes e com maior bagagem cultural. Ciente desse papel ímpar do conhecimento, por meio de projetos, a bibliotecária busca instigar os jovens e adultos a ler, seja com seu estilo, a sua maneira e no seu tempo, mas sempre buscando manter o hábito.

Nas redes sociais da Biblioteca Pública, vídeos com a “hora do conto” são produzidos, buscando instigar as crianças a trilhar o caminho da leitura | Foto: arquivo pessoal

Adaptação: o que mudou em 34 anos

A biblioteca de 1987, quando Sandra se formou, já não é a mesma de 2021. Muitas pessoas preferem ler livros digitais, outras perderam o interesse pela leitura. Por isso, mais do que nunca, o papel do bibliotecário se faz ímpar. Atento as transformações, é necessário que busque atender ao que o leitor busca, disponibilizar conteúdos nos diversos formatos e instigar, por meio de projetos nas escolas, a construção de jovens leitores.

Com atividades como a “hora do conto”, clubes de leitura, postagens nas redes sociais, atividades integradas com escolas, Sandra busca realizar essa missão. Nos pequenos aspectos, por meio das pessoas, seu objetivo é tornar o mundo um lugar melhor, tendo como instrumento de transformação, a leitura.

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