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Policial

Menina agredida pelo padrasto segue em estado grave na UTI do Hospital Geral, em Caxias do Sul

Segundo o Portal Leouve, a mãe da menina, Francine Santos da Silva, 20 anos, que foi ameaçada de morte pelo companheiro, contou que saiu da casa em que morava com o agressor, na Rua Conselheiro Dantas, bairro Sagrada Família, e retornou para a casa dos pais depois que a filha foi agredida pelo namorado.

Na conversa que teve com a reportagem do Portal Leouve na tarde deste sábado (17), ela contou também que está sendo mal entendida e julgada sobre o que aconteceu. Ela disse que não imaginava que ele pudesse fazer o que fez com a menina.

“Muitas pessoas estão lendo a reportagem e me julgando. O que aconteceu foi que ainda na quarta-feira (14), trabalhei durante o todo dia, e como ele era uma pessoa que pensava que confiava deixei minha filha com ele, mas quando cheguei em casa, percebi que ela estava com uma marca roxa próximo do pescoço. Então perguntei o que havia acontecido e ele relatou que ela tinha caído e bateu”, conta.

Francine disse que ficou com dúvidas em relação as marcas, mas mesmo assim no outro dia, quinta-feira (16), saiu para ir até o mercado deixando a menina com o padrasto. Quando ela retornou, encontrou ele com a criança desmaiada no colo e dizendo que não sabia o que tinha acontecido.

“Eu tentei fazer ela reagir e não tive sucesso. Liguei pra o Samu e eles relataram que a situação era grave. Atenderam ela ali mesmo mas também não tiveram resposta, foi então que levaram para o hospital”, disse.

Chegando na ala pediátrica do Hospital Geral, os atendentes desconfiaram das marcas de violência que a criança tinha pelo corpo e pediram para que a mãe fosse até a delegacia para fazer um Boletim de Ocorrência. No exame de corpo de foi comprovado que houve esganadura.

“Depois que fiquei sabendo do que ocorreu, voltei para casa e tentei fazer o mesmo com ele. Nem conversei e já parti para a porrada, querendo esganá-lo também para ver se é bom. Foi aí que ele me agrediu e fez ameaças de morte. Não matei por sorte, mas aí ele me agrediu e eu chamei a polícia”, afirma.

A Brigada Militar fez buscas após as agressões contra a mãe da menina e prendeu em flagrante o acusado. Ele foi encaminhado para a delegacia e após o depoimento foi liberado mediante o pagamento de uma fiança de R$ 1,500.

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