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MP denuncia suspeito da morte de gerente de banco de Anta Gorda

O Ministério Público do Rio Grande do Sul denunciou, nesta quinta-feira (11), um suspeito pelo homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. Ele é suspeito da morte do gerente bancário Jacir Potrich, de 55 anos, que desapareceu depois de uma pescaria em um açude, em Anta Gorda, no Vale do Taquari, interior do Rio Grande do Sul, em novembro do ano passado.

O acuado, que era amigo pessoal e vizinho da vítima, chegou a ser preso, em janeiro, mas foi solto uma semana depois.

Embora o inquérito ainda não esteja concluído, para o promotor André Prediger, a investigação apontou que Potrich teria sido asfixiado pelo acusado. O crime teria ocorrido em menos de um minuto, segundo o MP. Foi pedida a prisão preventiva do suspeito.

A denúncia traz vários indícios de que o suspeito teria cometido o crime, mesmo que o corpo ainda não tenha sido encontrado, de acordo com o promotor.

“Nós temos muitas provas dentro do inquérito policial e agora processo. Temos filmagens, depoimentos de testemunhas, contradições no depoimento do investigado com o depoimento de outras testemunhas, quebra de sigilo telefônico, enfim. Não temos o corpo, não temos o exame de corpo de delito direto, mas tanto doutrina quanto jurisprudência permitem que, em alguns casos, essa prova pode ser feita de prova indireta, suprida por depoimentos e no nosso caso aqui por filmagens”, contou o promotor.

As investigações para localizar Jacir seguem. A hipótese até o momento é de que o suspeito tenha usado ácidos para desaparecer com os restos da vítima.

Imagens do dia do desaparecimento

Um vídeo divulgado, no início de fevereiro, pela Polícia Civil mostra o suspeito mexendo em câmeras de segurança e subindo no telhado da casa onde mora no dia em que a vítima havia sido vista pela última vez. (Veja abaixo)

As imagens foram gravadas por câmeras de segurança do condomínio onde o suspeito mora e a vítima morava. No local, uma espécie de chácara, havia três casas, e uma delas era a do suspeito.

“Entre 19h30 e 20h, Jacir Potrich e o seu vizinho estiveram no mesmo epicentro, no local em que está o quiosque da propriedade comum de três amigos que se juntaram para formar o condomínio. Quando o vizinho se encontra com o Potrich, ele retorna de forma mais atabalhoada, não tão tranquila como quando ele se dirigiu ao quiosque”, descreve o delegado Guilherme Pacífico.

Com informações do Portal G1 RS.

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