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Geral

Caso Bernardo | Finalizado interrogatório da ré Edelvânia

(Foto: Márcio Daudt)

Ao ser interrogada, Edelvânia Wirganovicz declarou que sua participação na morte de Bernardo Boldrini foi indicar e cavar a cova onde o corpo do menino foi enterrado. Ela inocentou o irmão.

O interrogatório foi suspenso, quando ela desmaiou no Plenário e recebeu atendimento médico. Ao retornar, a acusada não respondeu mais nenhuma questão e o interrogatório dela foi encerrado.

Morte

Edelvânia e Graciele são amigas e já moraram juntas. Ela declarou em Plenário que acobertava um relacionamento que a madrasta de Bernardo tinha em Frederico Westphalen. Na sexta-feira, dia em que Bernardo foi morto, Graciele teria um encontro com o amante. Mas disse à Leandro que ia para Frederico Westphalen comprar uma televisão. Teria sido o médico que mandou Bernardo ir junto com a madrasta.

Eles chegaram à cidade, entraram no carro de Edelvânia. A Assistente Social ficou com Bernardo na praça para que Graciele pudesse ir ao encontro. “Bernardo começou a surtar. Graciele voltou, abriu a bolsa e deu remédios para ele. Colocamos ele no meu carro, e ele desmaiou.”

Nesse momento, Edelvânia insistiu para levar o menino a um hospital, mas Graciele não deixou. Ela queria ir na Delegacia, mas foi ameaçada pela amiga: “Tu vai levar a culpa porque é pobre.” Disse também que a Enfermeira ameaçou a família dela.

Cova

Edelvania disse que ela indicou o local onde enterrar o corpo e que fez a cova. “Trabalhei na a lavoura até os meus 17 anos. Eu tenho força para fazer essa cova. Meu irmão é inocente,” afirmou chorando.

Depois disso, retornaram à Frederico. Edelvânia largou as roupas do menino em uma, latão de lixo localizado na frente do prédio dela.

Coação

Na Delegacia, Edelvania alega que foi coagida e induzida a confessar o crime, sob promessa de não ser presa. “Ela (Delegada) queria Leandro porque ela não conseguiu prender ele pela morte da Odilaine.” E que não foi oportunizado a ela ter o acompanhamento de Advogado durante o depoimento.

Afirmou estar “traumatizada” por ter “colocado aquele guri na cova”, que recebe acompanhamento psiquiátrico e faz uso de medicação. “Adoro criança. Jamais faria mal a uma criança.”

Evandro

“Evandro é inocente. Ele não fez parte. Eu puxo duas cadeias, a minha e a dele junto”, afirmou Edelvania. “Ele foi pescar lá perto na segunda. Eu fiz a cova na sexta.”

Recompensa

A Assistente Social negou que tenha recebido dinheiro antecipado de Graciele para que ajudasse a matar Bernardo. “Ela só me ofereceu dinheiro para que eu não contasse à Polícia.”

Declarou que pagou os R$ 6 mil para a construtora, referente às parcelas do seu apartamento, com dinheiro próprio. Não passava por problemas financeiros porque recebia ajuda do companheiro.

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